Síria. Como duas ‘médicas sem fronteiras’ viveram o cerco a Alepo

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Lideraram equipas de socorro debaixo de fogo, viram vítimas de ataques químicos, assistiram partos a partir de um telefone.

As histórias de duas médicas que viveram o cerco a Alepo, na Síria.

Sere 3cMaria Luz Ruiz já perdeu a conta aos partos que assistiu nas condições mais arriscadas. Líbano, Afeganistão, Iraque…

“Foram tantos, tantos”…

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